sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Boas notícias! E vem aí a quarta edição!!

Se tudo correr bem, desta vez chegará ao Brasil!

Esta quarta edição irá ser diferente! A sugestão é renovar o livro, actualizá-lo, meter alguns dos comentários que me foram chegando e dar um novo visual.

O texto é sagrado, não será mexido, mas irão haver algumas pequenas melhorias!

Vou começar a trabalhar o novo livro já esta próxima semana...

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Entrevista Generali 2012 / Luis Ferraz Corretores



 
Quando é que iniciou a sua actividade na área seguradora? Iniciei em 1990 na PFA (Preservatrice Fonciére Assurances) e entrei na Generali (Aveiro) no dia 13/05/1992, ou seja, estou quase a fazer 20 anos de Generali! Que razões o levaram a dedicar-se à mediação de seguros? Foi a implementação do projecto “Agente Principal” por parte da Companhia, porque achei-o muito interessante e por essa razão pedi ao Sr. José Alves para me deixar trocar o lugar de técnico-comercial pelo de Agente.

 
De que forma caracteriza o suporte da Generali à sua rede de mediação? Nem tudo é perfeito, a Generali também tem algumas fragilidades, mas quanto mais conheço as restantes seguradoras mais gosto da Generali!! Já o digo há vários anos e continuo cada vez mais convencido disso mesmo! O que mais lhe agrada na sua relação comercial com a Generali? É a proximidade entre todos, é fácil chegar a qualquer pessoa em qualquer situação e em qualquer momento! Desde o Rogério, ao Orlando, ao próprio Dr. Santi, todos estão sempre disponíveis, tal qual o Nuno Portovedo que é quem dá assistência ao N/ escritório. No caso específico da Administração da Generali, convenhamos que não é muito comum esta proximidade entre o Delegado Geral e o Mediador, esta afabilidade que se mantém desde os tempos do Sr. Alves, foi uma saudável herança que o Dr. Santi Cianci soube preservar.

 
Tem algum produto Generali de eleição? Sim, o Vida Inteira. Porquê? É um produto espectacular seja qual for a perspectiva que o analise! Todos ganham com a sua subscrição, o Segurado contrata um excelente seguro, o Agente ganha uma generosa comissão e a Companhia fica com uma carteira de qualidade.


No que respeita à sua carteira acha que esta tem o equilíbrio desejado? Penso que sim. Acabei o ano com 40% de ramo automóvel e sempre que se fala em equilíbrio, pensamos no excesso de Automóvel e nessa perspectiva, tendo em atenção que tenho uma grande componente de Danos Próprios parece-me que não temos automóveis a mais, talvez até tenhamos de incrementar a subscrição deste ramo específico.


Qual a percepção que tem quanto à imagem da Generali na sua zona? Bastante boa e não me estou a referir exclusivamente à cidade de Ovar, porque a N/ carteira situa-se em grande parte na região do grande Porto.


Participou em algumas das viagens de vencedores do concurso de produção e foi um dos vencedores do Concurso de 2011, com destino aos E.U.A e Canadá. Como vê estes incentivos e que balanço fez das viagens? Sou franco, fui a India/Goa como “outsider”, depois sucedeu-se, Israel, Jordânia e Moçambique/África do Sul … e já passei a ser visto como um “habitué”! Agora ao saber que também ganhei a viagem aos EUA e Canadá, só posso ficar agradecido, pois as viagens têm sido espectaculares e as mesmas ajudam a criar uma cumplicidade e um espirito de grupo “fora de série”. Só passei a valorizar estas viagens depois de as ter ganho e por essa razão, vejo-as agora como um excelente incentivo, uma forte motivação para fazer mais e melhor.


Como vê a internet ao serviço dos agentes? O que pode ser optimizado nesta colaboração? Conheço várias plataformas de diversas seguradoras e aquela onde me sinto mais à vontade é a da Generali, contudo existem coisas a melhorar. Por exemplo, a informação disponível na consulta dos processos de sinistro tem de ser diferente e isto é urgente! Há pequenas coisas que poderiam ser aperfeiçoadas, por exemplo, com um simples clique deveríamos conseguir emitir uma nova apólice que reproduzisse outra já anulada, ou então chegar ao final do certificado provisório e ao aprová-lo, aparecer logo o PDF…


Enquanto Mediador e Agente Principal Generali, quais os aspectos que considera mais importantes e fundamentais para a satisfação dos clientes? Simpatia e competência. Mesmo quando as coisas estão difíceis, se formos competentes e conseguirmos mostrar um sorriso, tudo se torna mais fácil!


Como avalia o seu desempenho no último ano? Teria sido um ano brilhante se não fossem as “não renovações”, aliás os últimos três anos foram francamente bons e com pouca sinistralidade, embora aqui as reservas nos causem alguns calafrios, de vez em quando! Numa perspectiva de melhoria continua, quais os aspectos que considera que poderiam ser melhorados? Essencialmente a prospecção, pois perco-me com papéis e deixei de ter tempo para fazer prospecção e são os seguros novos que nos fazem crescer!

 
Quais são os principais desafios da Vítor Raimundo Martins para os próximos anos? Brevemente passarei a ser “Maxigur – Mediação de Seguros Lda”, por força da fusão do meu escritório com o do Sr. Rui Maio. Ambos fomos colegas na Generali Aveiro e agora com a fusão e manutenção dos dois escritórios (Águeda e Ovar), esperamos optimizar melhor os N/ recursos e conseguir crescer bastante mais!



Como o tempo passa! Esta entrevista foi-me feita antes da viagem aos EUA do ano passado e nessa viagem recebi este prémio da Generali, o "Leão-Alado" a distinção máxima da Generali Portugal.

Depois disto já fomos a Moscovo/São Petersburgo e agora sou o responsável da "Luis Ferraz Corretores de Seguros" ( www.luisferraz-seguros.pt ) !!

Espero sinceramente conseguir honrar a memória do Sr. Ferraz!! O Sr. Ferraz era o responsável máximo da PFA Portugal e foi ele que me convidou a trocar o Crédit Lyonnais Portugal pela PFA e por isso a ele devo o meu ingresso na actividade seguradora!

sexta-feira, 26 de julho de 2013

O sonho que continuamos a viver


Perto da 18:30 avisaram-nos que o Vitinho estava prestes

a subir e começámos a ver uma maior movimentação, os minutos

pareciam horas e o nosso filho nunca mais aparecia até que se

abriu a porta do elevador e lá estava ele, o nosso herói! A

fotografia não era propriamente entusiasmante, à excepção dos

semblantes alegres dos que o acompanham e do próprio Dr.

Emanuel que nos fez um rasgado sorriso e nos olhou bem nos
 

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olhos, com confiança e como se deve fazer, frontalmente, até

nos chegar à alma! Não precisou de falar, porque os olhos

disseram-nos tudo, o Vitinho coitadinho, tinha tubos enfiados

por todos os lados, nas narinas, na boca, em ambos os lados do

abdómen, nos braços, enfim, era um bébé pequenino no meio de

uma gigantesca parafernália de maquinetas, tubos, fios, alarmes,

etc, etc, etc.

Apetecia pegar-lhe e acarinhá-lo, mas ele estava sedado e

todo aquele aparato de equipamentos inviabilizava-o.

Permitiram-nos acompanhar o nosso filho até à U.C.I. e lá

pudemos assistir ao cuidado e ao carinho de todos os que o iam

tratando. Todos queriam retocar um tubo, verificar aquela

medida, conferir as gotas do soro, olhar bem para o oxímetro, ver

o batimento cardíaco, etc. Todos os que se debruçavam sobre o

nosso filho, olhavam-no com admiração e se nós os pais lá não

estivessemos, talvez se atrevessem mesmo a beijá-lo, porque o

calor que emanavam dos corações era por demais evidente.

O Vitinho sentiu isso, sentiu a força que todos nós lhe

demos e agarrou-se à vida e lutou por ela até ao auge das suas

forças.

Nos filmes animados de contos de fadas, assistimos

normalmente à transformação dos personagens com cores belas,

suaves, efeitos de luzes, o brilho do pó das estrelas e uma

qualquer varinha de condão que nos vai mostrando a magia do

sonho que nos encanta a imaginação.

Era esse o sonho que estávamos a viver, o nosso filho

estava calmamente a descer das estrelas e a regressar para o

nosso seio abençoado por uma fada celestial, muito bonita e

sorridente e que nos entregava a sua mão, com o respeito no

olhar, num olhar que nos dizia que o tínhamos merecido!

O Dia do Transplante 26/07/2004


CAPÍTULO VI

O DIA DO TRANSPLANTE

 
Carta a DEUS – 1

 
Bom dia Deus,

Sei o quanto andas ocupado com a turbulência dos

homens, mas por favor escuta, olha para este ser pequenino que

criaste à tua imagem, vê como sofre e opera o teu milagre. Sei

que te peço muito DEUS, mas sabes o quanto ele é importante

para nós e o que tem ainda para nos ensinar.

Ilumina as mãos dos homens e traz-lhe a saúde que tanto

precisa.

Obrigado Deus por me escutares, estou mais atenta e agora

sei o quanto andava distraída das coisas importantes da vida.

Obrigado Deus

Lígia,

Hospital Pediátrico

 
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No dia 23 ou 24 de Julho de 2004, não sei precisar, ficou decidido que o “transplante com dador vivo” seria feito na semana seguinte, em dia ainda a confirmar. No Domingo, dia 25/07/2004, ao principio da noite, estávamos numa amena cavaqueira com uma enfermeira, isto já com o Vitinho e a Lígia no inicio dos preparativos, quando outra enfermeira entrou, olhou-nos timidamente e chamou a colega. Ambas comunicaram-nos ‘cautelosamente’ para estarmos preparados, porque “parecia” que havia um dador compatível!,Nesse momento, algo aconteceu que mexeu com as nossas emoções, ficámos em meditação e a Dra. Isabel veio conversar connosco! Eu fiquei mudo, sem reacção, e a Lígia ficou muito emocionada porque, agora que as coisas já estavam programadas, ela queria continuar a ser a dadora, mas obviamente que tal já não seria possível! Primeiro porque, só se é dadora uma vez na vida e assim ela ficaria disponivel para outra altura se tal se viesse a mostrar necessário, depois porque qualquer cirurgia envolveria riscos e o facto de termos mais duas filhas inibia-nos sequer de questionar a decisão. Aliás dadas as características do dador, que por respeito da sua memória não as descrevo, seria absurdo não aceitar esse fígado, e mesmo que o fizessemos, garantidamente que ninguém nos ouviria! Para além de tudo isto, também eu me opunha, dadas as circunstancias, obviamente, seria uma idiotice colocar a vida da Lígia em perigo! Mas a reacção da Lígia era natural e compreensível! Ela sentia-se um pouco responsável pela insuficiência do Vitinho e por isso, se a medicina permitia corrigir “o erro”, então parecia-lhe imperioso que fosse ela a fazê-lo!

O dia que estávamos quase a iniciar seria sem sombra de dúvidas o dia mais longo das nossas vidas. As horas passavam muito lentamente e nesse dia o Hospital Pediátrico estava estranhamente calmo! Entretanto juntou-se novamente a nós a Ana Paula que fez questão de nos acompanhar nessa fase mais crítica. Cerca das 2:00 chamaram a ambulância que iria levar a


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Lígia e o Vitinho do Pediátrico até aos H.U.C. Acompanhei-os de carro, mais a Ana Paula e na ambulância, acompanhou-os a Enfermeira Helena que dificilmente conseguia suster as lágrimas. Nos H.U.C. a tensão era evidente e fomos conduzidos ao “bloco”. A contrastar esse sentimento, uma cara simpática e sorridente recebeu-nos e perguntou-nos se um de nós queria acompanhar o Vitinho lá dentro. A Lígia entrou e ao vê-los entrar, senti o meu coração apertar, apertar, apertar… quase parecia que estávamos a pairar sobre um precipicio que nos sugava para o infinito. Fiquei eu e a Ana Paula naquele sítio frio, desagradável e esperámos o regresso da Lígia. Um bom pedaço depois ouvimos umas portas a bater, um estrondo, um som metálico e de repente apareceu-nos uma maca com um corpo todo coberto por um lençol. Gelámos, eu e a Ana Paula, aquele corpo era o corpo do dador. Fiquei sem palavras e olhei com respeito para o vulto desse alguém! O vazio da morte na esperança da vida, lágrimas que correm com fundamentos opostos, nas nossas faces e nas dos seus entes-queridos!

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Dia 24/07/2004 - Há nove anos!!

Capítulo V
 
À ESPERA DE UM FÍGADO
 
O fígado, esse tardava! O nosso filho estava em S.O.S., a
sua degradação era galopante e começámos a ter consciência do
que era “um estado terminal”. A Dra. Isabel mandou-nos fazer
um electroencefalograma, os resultados eram bons, mandou
fazer outra ecografia ao coração porque a última tinha detectado
qualquer coisa que depois não se chegou a confirmar! Era exame
aqui, exame acolá, a rotina era penosa e desgastante, quase
parecia que estávamos no interior de uma esfera de céu azul que
ia sendo consumida pelo escuro tenebroso da penumbra que a
envolvia, asfixiando-nos muito lentamente.
Quando, noite dentro, regressava a casa, dava por mim a
não querer ouvir as notícias, pois quase tinha medo que um
subconsciente diabólico desejasse que alguma desgraça
acontecesse, não queria saber se tinha ocorrido algum acidente,
não queria procurar eventuais dadores entre as vítimas fosse do
que fosse, era uma luta permanente entre sentimentos e
paradoxos e eu …“fugia” de tudo!
Durante o sono também era assaltado por sentimentos
contraditórios, mistos de confusões, fantasmas e por vezes
acordava desorientado.
 
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A NOITE
A noite chega
Não pára na porta
Entra
Entra e senta-se à mesa
Deita no chão o casaco
Sobre a mesa, pousa os braços
E aguarda
Aguarda pelos esfomeados
Pelos perdidos
Pelos temerosos
E deixa correr as horas…
As horas da noite são longas
Os ponteiros derretem nos segundos
Os minutos são longos
A noite instala-se na sala,
No quarto, no mais
Recôndito ponto da mente
Escurece a esperança
Endurece a raiva
Enfraquece a coragem
Mina os projectos
40
De noite, a noite reina
Domina, dança e brinca
Brinca com as fragilidades
Goza com os medos
E amordaça a aurora
Um raio de luz estala o cenário
A noite levanta-se
Apanha o casaco, recolhe as horas
A Aurora geme, faz saltar a mordaça
A noite afasta-se
Suspira
Até mais logo
 
Lígia
Hospital Pediátrico de Coimbra
 
 

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Chegada de São Paulo - Brasil

A Lígia já chegou de São Paulo e ... não correu lá muito bem! Enfim azares com o tempo, azares com a TAP, etc, etc...

Fica aqui uma foto da Av. Paulista!

domingo, 23 de junho de 2013

O fim de um ciclo e Universidade de Coimbra património mundial

Cada período que se ultrapassa, cada nova etapa que se inicia, tanto eu como a Lígia não nos conseguimos distanciar de tudo o que passámos.

As lágrimas teimam em nos perseguir e no meio do entusiasmo geral, ficamos sempre contemplativos em que um misto de emoções nos assaltam!

Ontem foi um dia importante na vida do Alex e por coincidência fica ligado a um dia importante para Coimbra, o dia em que a sua Universidade foi considerada "património mundial".


O Alexandre passou para o 5º ano, como antigamente dizíamos "passou para o ciclo", para outra nova etapa que agora se inicia.

Bastante emocionado estáva, porque como referi, nestes momentos, vem-me sempre à memória tudo pelo que passámos naquela cidade, "às mãos" dos "produtos" desta Universidade!


A Universidade de Coimbra, o Dr. Emanuel, a Dra. Isabel, o Prof. Linhares Furtado, etc, etc, etc, salvaram a vida do nosso filho e mais que um património material, existe outro património, o património cientifico/académico, o património humano, etc, etc, etc!

O Alexandre é um testemunho vivo que Portugal tem coisas muito mais importantes para fazer que aturar troikas, ministros obstinados e parvoíces!

O importante mesmo é viver, é estarmos vivos e dar às coisas o seu real valor!

Durante a actuação na festa de ontem da turma do Alexandre, eles tiveram de reproduzir a dança da equipa Neozelandesa de Rugby e o Alexandre um pouco renitente em mostrar a cicatriz, ouviu estas palavras do seu amigo Leonardo: "Até ficas melhor, dá-te um ar mais selvagem!" 
 
O Leonardo, sempre bem disposto e sorridente, mostrou ao Alexandre uma vantagem e o efeito foi automático e bem conseguido, o Alex foi para a dança com o ar mais selvagem que conseguiu! Na foto de cima o Leonardo tem uma legenda com o seu nome e na foto de baixo está vestido de marinheiro, mas com a cara tapada pelo Alex.
 
No dia 26 do próximo mês de julho fará nove anos sobre a data do transplante.
 
 
É uma data que nunca festejamos por honra da memória do dador, mas este dador anónimo continua connosco nos N/ corações e vê o mundo pelos olhos do Alex.
 
Termino agradecendo ao Externato S. Miguel de Ovar por eles também nos terem ajudado a chegar aqui com sucesso. Um carinho especial para a Profª. Marta que tanto fez, tando se dedicou e ontem estava visivelmente emocionada ao ver os seus 23 pimpolhos "partir"!
 
Que Deus os proteja a todos e lhes mostre o caminho certo, sempre!
 
Amigos para sempre!



sexta-feira, 21 de junho de 2013

Ser Espiritual - Da Evidência à Ciência / Luis Portela

Hoje chegou-me esta informação/convite por e-mail e não posso deixar de a publicitar no meu blog!! Sem dúvida, uma panóplia de temas interessantes e admito a minha surpresa por virem de quem vem! Não conheço pessoalmente o Dr. Luís Portela, mas já trocámos alguns mails, ele leu o meu livro e sempre se mostrou muito afável e simpático, mas tratando-se de alguém fortemente ligado à Industria Farmacêutica, de formação académica na área da medicina, quase parece uma heresia, o seu atrevimento em abordar uma dimensão espiritual, o lado transcendental do que a ciência não explica! Do "médico", CEO da Bial, talvez se esperasse algo mais factual, mais objectivo, mais 'terreno' e nada esotérico, mas não, o Dr. Luis Portela surpreende-nos com "um não sei quê" de místico e divinal! Boa, gostei! Confesso que fiquei espantado e estou realmente curioso por o ler!!

Transcrevo agora o texto enviado pela Vital Health.

Dia 26 de junho, pelas 18h30, realiza-se no El Corte Inglés, em Lisboa, a sessão de apresentação do livro "SER ESPIRITUAL - Da Evidência à Ciência". A obra, editada pela Gradiva, é da autoria do Doutor Luís Portela, presidente da companhia farmacêutica Bial.

O livro será apresentado pelo neurocirurgião e Presidente do Instituto de Medicina Molecular, João Lobo Antunes, e pelo Psiquiatra e Professor da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, Mário Simões.

"Ser Espiritual – Da Evidência à Ciência"  é a primeira obra em que o autor revela de forma mais aprofundada um dos interesses que sempre esteve presente na sua vida – a compreensão da dimensão integral do Homem, tanto sob os aspectos físicos como sob o ponto de vista espiritual.

Cruzando saberes tradicionais com os resultados da mais recente investigação científica na área, Luís Portela reflecte sobre o indivíduo no seu todo, questionando o seu lugar no rumo que a Humanidade segue actualmente, alvo de um assinalável progresso tecnológico mas cada vez mais alheada do desenvolvimento da sua dimensão espiritual.

Num momento em que observa com particular acutilância que, no indivíduo, o Ter se sobrepõe cada vez mais ao Ser e em que parece chegar-se ao limite de já nem fazer falta Ter, bastando apenas Parecer, afigurou-se ao autor oportuno procurar recentrar o Homem no âmago do seu ser espiritual através de um conjunto de linhas orientadoras que partilha com o leitor nesta sua obra.

Explorando temas, como a harmonia, a consciência, as vidas passadas, a sensibilidade, o sexto sentido, a intuição, o livre-arbítrio, os valores universais ou a reencarnação, Luís Portela sugere ao leitor um prévio despojamento de conceitos e preconceitos, uma grande abertura a uma perspetiva diferente dos conhecimentos aceites pela cultura vigente, de modo a que a leitura desta obra o permita perspectivar o Universo a partir do seu eu espiritual de uma forma harmoniosa, consistente e útil para vida futura.


EXCERTO:

Aparentemente, a Humanidade tem feito uma grande progressão no domínio tecnológico, mas, mantendo-se embriagada com a exploração material e distraída com um mar de futilidades, tem deixado para segundo plano a descoberta do espiritual. O ter tem-se sobreposto ao ser. E, recentemente, parece que já nem faz falta ter, basta parecer.

Tendo assumido a ilusão tal dimensão, afigura-se oportuno lembrar a essência das mensagens dos Mestres, procurando recentrar o Homem no âmago do ser. Foi o que procurei fazer nas páginas seguintes, cruzando os saberes tradicionais com os resultados de investigação científica recente; também sintetizando ideias e alguns textos já por mim apresentados noutras alturas. Desejo que o leitor tenha muito prazer na sua leitura e que dela resulte algo útil para si.

Nesse sentido, sugiro um prévio despojamento de conceitos e preconceitos, uma grande abertura a uma perspetiva diferente dos conhecimentos tradicionalmente aceites pela cultura vigente. Ou seja, uma real abertura do leitor a perspetivar o Universo a partir do seu eu espiritual.


DEPOIMENTOS SOBRE O LIVRO:

"A melhor bagagem para iniciar a viagem da leitura deste livro é uma mala vazia de tudo menos da surpresa de se deixar conduzir pela visão de um homem mais conhecido pela sua vida empresarial de êxito como presidente da Bial, que tomou a decisão, quanto a mim extraordinária e corajosa, de partilhar com os outros aquilo em que profundamente acredita e que é a sua perspetiva espiritual num mundo escola."
MARIA DE SOUSA - Professora do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar da Universidade do Porto

"Consciente do carácter polémico de boa parte dos seus posicionamentos, raramente assumidos por quem como ele regista sólida formação académica, mas usando da prudência incompatível com o aventureirismo das novas teses, ou com o dogma dos conhecimentos cristalizados, Luís Portela oferece o visível a quem já vê, levantando do mesmo passo, a quem aspira a ver um pouco mais, a cortina que esconde paisagens por enquanto não de todo evidentes."
MÁRIO CLÁUDIO - Escritor

"A atitude que o autor propõe e que fundamenta ao longo do livro é a de estar atento e disponível para deixar acontecer, absorvendo ou expandindo a expressão do TODO no indivíduo e, naturalmente, na vida quotidiana. Após a sua leitura, fica-se com um sentimento de coerência do sentido da VIDA, mas também com um conhecimento que nos desperta uma paz inquieta, para querer saber mais."
MÁRIO SIMÕES - Professor da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa

O AUTOR:

Luís Portela nasceu em 1951 no Porto, onde se licenciou em Medicina. Exerceu atividade clínica apenas durante três anos e foi durante seis docente da cadeira de Psicofisiologia, na Universidade do Porto.

Iniciou atividade empresarial com 21 anos e aos 27 assumiu a presidência da companhia farmacêutica Bial, tendo em Janeiro de 2011 passado a chairman. Também é presidente do Conselho Geral da Universidade do Porto e do Health Cluster Portugal. Foi vice-presidente da Fundação de Serralves e membro da Direção da Cotec.

Em 1994 criou com Bial e o Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas a Fundação Bial, tendo como objetivo incentivar a investigação centrada sobre o Homem, tanto sob os aspetos físicos como sob o ponto de vista espiritual. Esta fundação criou um sistema de Bolsas de Investigação Científica, que já apoiou mais de 1.500 investigadores de 27 países, nas áreas da Psicofisiologia e da Parapsicologia. Também atribui um dos maiores prémios europeus na área da Saúde – o Prémio Bial.

Entre outras distinções, aos 40 anos foi condecorado pelo Presidente da República como Comendador da Ordem do Mérito e aos 50 com a Grã-Cruz da Ordem do Mérito. É Doutor Honoris Causa da Faculdade de Medicina de Cádis, Espanha, e da Universidade do Porto. Em 1998 foi distinguido com o Prémio de Neurociências da Louisiana State University, nos EUA. Em 2010 foi eleito Membro Honorário da Parapsychological Association of the American Association for the Advancement of Science.


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Obra é apresentada também no Porto
Dia 9 de julho, terça-feira, pelas 18h30 terá lugar uma sessão de apresentação do livro "SER ESPIRITUAL - Da Evidência à Ciência" na Fundação de Serralves no Porto, que contará com as intervenções do Professor da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto e Diretor do IPATIMUP, Manuel Sobrinho Simões, e do Escritor Mário Cláudio

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Dia Nacional de Itália - 05 de Junho

Este ano e para N/ surpresa, fomos convidados pelo Exmo. Sr. Embaixador de Itália, a festejar o Dia Nacional de Itália na Embaixada em Lisboa.

Foi um evento diferente, com algumas surpresas e curiosidades, fica aqui uma foto para a posterioridade!

terça-feira, 21 de maio de 2013

The Doors - Ray Manzarek deixou-nos!

Ouvi-o em dois momentos diferentes. Ouvi a magia que libertava nas teclas, na forma magistral como interpretava "Light My Fire", recuei nos tempos, confundi-me na sua música, mas ouvi-o naquela ligação assombrosa à voz do Jim Morrison e que imaginámos presente!

Morreu Ray Manzarek! Mais um pouco de nós que se perdeu para sempre!

Com eterna saudade fica aqui algo que já não existe, The Doors da N/ juventude

http://www.youtube.com/watch?v=CvVCCMG-JoQ